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Anselm Kiefer

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Anselm Kiefer (born 8 March 1945) is a German painter and sculptor. He studied with Joseph Beuys and Peter Dreher during the 1970s. His works incorporate materials such as straw, ash, clay, lead, and shellac. The poems of Paul Celan have played a role in developing Kiefer's themes of German history and the horror of the Holocaust, as have the spiritual concepts of Kabbalah.

In his entire body of work, Kiefer argues with the past and addresses taboo and controversial issues from recent history. Themes from Nazi rule are particularly reflected in his work; for instance, the painting "Margarethe" (oil and straw on canvas) was inspired by Paul Celan's well-known poem "Todesfuge" ("Death Fugue").

His works are characterised by an unflinching willingness to confront his culture's dark past, and unrealised potential, in works that are often done on a large, confrontational scale well suited to the subjects. It is also characteristic of his work to find signatures and/or names of people of historical importance, legendary figures or historical places. All of these are encoded sigils through which Kiefer seeks to process the past; this has resulted in his work being linked with the movements New Symbolism and Neo–Expressionism.[2]

Kiefer has lived and worked in France since 1992. Since 2008, he has lived and worked primarily in Paris[3] and in Alcácer do Sal, Portugal.[4]

https://en.wikipedia.org/wiki/Anselm_Kiefer

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Anselm Kiefer (Donaueschingen, 8 de março de 1945) é um pintor e escultor alemão.


Durante os anos 70, estudou com Joseph Beuys. Seus trabalhos utilizam materiais como palha, cinza, argila, chumbo e selador para madeira. Os poemas de Paul Celan tiveram muito importância no desenvolvimento de temas para os trabalhos de Kiefer sobre a história alemã e o horror do Holocausto, assim como os conceitos teológicos da cabala.


Temas relacionados ao nazismo são particularmente vistos em seu trabalho; por exemplo, a obra "Margarethe" (óleo e palha sobre tela) foi inspirada pelo famoso poema "Todesfuge" ("Fuga da morte"), de Paul Celan. Discussões polêmicas na mídia sobre o valor de seu trabalho artístico foram feitas durante muitas décadas.


Seus trabalhos são caracterizados por um estilo maçante, quase depressivo e destrutivo, e muitas vezes feitos em grandes formatos. Na maioria deles, o uso da fotografia como suporte prevalece, e terra e outros materiais da natureza são geralmente incorporados. Também é característico o uso de escritos , personagens lendários ou lugares históricos em quase todas as suas pinturas. Tudo é codificado através daquilo que busca Kiefer para representar o passado; algo que geralmente está relacionado com um estilo chamado "Novo Simbolismo".


Em 1951 mudou-se para Ottersdorf e frequentou a escola de gramática em Rastatt. Em 1966, abandonou os estudos de Direito e Língua Romântica na Universidade de Freiburg para estudar nas academias de arte de Freiburg, Karlsruhe e Düsseldorf. Kiefer iniciou sua carreira como mímico, com performances em que imitava a saudação nazista, convidando os alemães a relembrar e reconhecer a perda de sua cultura através da louca xenofobia do Terceiro Reich. Em 1969, na Galerie am Kaiserplatz, em Karlsruhe, apresentou sua primeira exposição individual "Besetzungen (Ocupações)", com uma série de fotografias sobre ações políticas controversas.


Por volta de 1970, enquanto estudava sobre a tutela de Joseph Beuys na Düsseldorf Kunstakademie, seu estilo assemelhou-se ao de George Baselitz. Trabalhou com vidro, palha, madeira e partes de plantas. O uso desses materiais significava que seus trabalhos se tornaram efêmeros e frágeis e o próprio Kiefer estava consciente disso. A fragilidade de seu trabalho contrasta com os temas austeros de suas pinturas. O uso de materiais familiares para expressar idéias teve influência nos exercícios de arte que Joseph Beuys aplicava, em que usava gordura e feltro. É também algo típico do estilo Neo-Expressionista. Nos anos 70, Kiefer incorporou, em especial, a mitologia alemã (ver também: Jonathan Meese), e na década seguinte dialogou com a cabala. Partiu em longas viagens através da Europa, Estados Unidos e Oriente Médio, onde nas duas últimas obteve influências futuras para seu trabalho. Além de pinturas, Kiefer produziu esculturas, aquarelas, gravuras, fotografias e livros.


Nos anos 80, os temas de Kiefer se estenderam do foco sobre o papel da Alemanha na civilização para o destino da arte e cultura em geral. Seu trabalho se tornou também objectual e envolveu não apenas a identidade nacional e a memória coletiva, mas também o simbolismo oculto, a teologia e o misticismo. O tema de todos os trabalhos é um trauma experimentado por sociedades inteiras, e o renascimento e renovação contínuos na vida.

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