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Pierre-Auguste Renoir

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Pierre-Auguste Renoir (Limoges, 25 de fevereiro de 1841 — Cagnes-sur-Mer, 3 de dezembro de 1919) foi um pintor francês que iniciou o desenvolvimento do movimento impressionista. Conhecido por celebrar a beleza e, especialmente, a sensualidade feminina, diz-se que Renoir é o último representante de uma tradição herdada diretamente de Rubens e terminando com Watteau.

Ele foi pai do ator Pierre Renoir (1885–1952), do cineasta Jean Renoir (1894–1979) e do ceramista Claude Renoir (1901–1969). Foi avô do cineasta Claude Renoir (1913–1993).

Nascido em Limoges, Haute-Vienne, França, em 1841, era filho de Léonard Renoir, um alfaiate de origem modesta. Em 1844, a família se mudou para Paris, em busca de melhores oportunidades. Eles se mudaram para a rue d’Argenteuil, no centro de Paris, perto do Museu do Louvre. Apesar de apresentar um talento nato para o desenho, Pierre mostrou um grande talento para o canto, que foi encorajado por seu professor, Charles Gounod, que era o diretor do coral da Igreja de St. Roch na época. Porém, devido à condição financeira da família, Pierre teve que parar com as aulas de música e deixou a escola aos 13 anos para se tornar aprendiz em uma fábrica de porcelanas.

Apesar de mostrar aptidão para o trabalho, Pierre costumava se cansar do que fazia na fábrica e buscava refúgio nas galerias do Louvre. O dono da fábrica reconheceu que seu aprendiz tinha talento e passou o recado para a família Renoir. Assim, Pierre começou a ter aulas preparatórias para ingressar na École des Beaux-Arts. Quando a fábrica de porcelana adotou o processo de produção mecanizada, Pierre foi obrigado a procurar outro emprego. Antes de ingressar na escola de artes, ele fazia pequenos trabalhos de pintura para conseguir algum dinheiro.

Em 1862, Pierre começou a estudar arte sob a supervisão de Charles Gleyre, em Paris. Lá ele conheceu Alfred Sisley, Frédéric Bazille e Claude Monet. Durante o ano de 1860, Pierre não tinha dinheiro nem para comprar tinta. Seu primeiro sucesso veio no Salão de Paris de 1868, com o quadro Lise with a Parasol (1867), que retratava Lise Tréhot e seu amante na época. Apesar de ter começado a exibir seus quadro no Salão de Paris, em 1864, o sucesso demorou para vir, em parte pela eclosão da Guerra Franco-Prussiana.

Durante a Comuna de Paris, em 1871, enquanto Renoir pintava os bancos do Rio Sena, alguns Communards pensaram que ele era um espião e estavam para jogá-lo no rio, quando o líder da Comuna, Raoul Rigault, reconheceu Renoir que o protegeu em uma ocasião anterior.

Em 1874, uma amizade de dez anos com Jules Le Cœur e sua família acabou e Renoir perdeu não apenas o suporte ganhado pelo apoio deles, como também o generoso pagamento que recebia por cuidar da propriedade da família em Fontainebleau e a floresta ao redor. A perda de sua fonte de inspiração para seus quadros forçou uma mudança de objetivos.

Desde o princípio sua obra foi influenciada pelo sensualismo e pela elegância do rococó, embora não faltasse um pouco da delicadeza de seu ofício anterior como decorador de porcelana. Seu principal objetivo, como ele próprio afirmava, era conseguir realizar uma obra agradável aos olhos. Apesar de sua técnica ser essencialmente impressionista, Renoir nunca deixou de dar importância à forma - de fato, teve um período de rebeldia diante das obras de seus amigos, no qual se voltou para uma pintura mais figurativa, evidente na longa série Banhistas. Mais tarde retomaria a plenitude da cor e recuperaria sua pincelada enérgica e ligeira, com motivos que lembram o mestre Ingres, por sua beleza e sensualidade.

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