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Joseph Pace

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Joseph Pace (Morbegno, Lombardia, 1959) é um pintor e escultor italiano.


Começou seus estudos em Congo-Kinshasa e depois mudou-se para Roma e Paris.





Joseph Pace nasceu em 18 de novembro de 1959. Vive e trabalha em Roma onde fez sua formação artistica.


Neto do pastor protestante Camillo Pace, Pace cresce no Zaire' onde seu pai Aurelio Pace, historiador da África, trabalha para la UNESCO com o poeta Jacques Garelli, cujos poemas tiveram significativa importância na sua formação. ' Iniciou-se na artes figurativas impulsionado por sua mãe Franchina Cardile, pintora, e por seu tio Antonio Cardile, conhecido artista da Escola Romana. Formou-se na Universidade de Roma "La Sapienza" e na Sorbona de Paris. '


Joseph Pace é um dos líderes do "Filtranisme",'' movimento filosófico e artístico do qual também participaram o poeta Pablo Maria Landi e o médico Jean-Marc Mayenga. O movimento surgiu em Paris na metade dos anos 1980, representando uma prática artística com visão antiglobalista da vida, relacionada ao gestualismo, ao informalismo filtranista e ao expressionismo abstrato.


Na década de 1980, Pace trabalhou em Paris aonde, em julho de 1987, com Mayenga e Landi, escreve o primeiro manifesto do Filtranismo. No mesmo ano se torna amigo do artista multimídia e fotógrafo Sergio Valle Duarte e, devido à sua vivência no Congo, do escritor Albert Russo. Em fevereiro de 1988, organiza a mostra de pintura e poesia Paysages Filtranistes na galeria Hulot, que resume o status quo dos dogmatismos abstratos.


No verão de 1990 em Roma, significativa foi a reunião do artista com o sociologo do conhecimento e amigo da família Kurt Heinrich Wolff '' sobre as questões epistemologicas de "rendição e captura" (surrender and catch) desenvolvidas por Wolff , que marca por Pace a passagem do figurativismo ao informalismo.


Poucos meses antes, em janeiro de 1990, em sua casa em Roma, assinam a declaração de fundação do grupo ampliado dos Filtranistas.


De 1996 até 2008 Pace foi acadêmico na Faculdade de Sociologia da Universidade de Roma "La Sapienza" da Sociologia do conhecimento e da História da sociologia


Em 2007, foi utilizada para Joseph Pace a definição de artista "informalista filtranista". ''


Inspirado por fontes diversas como a moda, a história, a filosofia, a música eletrônica e las artes decorativas, Pace usa diferentes técnicas, ' como a pintura, l’assemblage, a escultura, a gravura eletrônica e a fotografia, influenciado pela iconografia da sociedade de massas, a filosofia e a psicanálise. '


Recuperando também bases e materiais já em uso, como joias de bijuteria vintage, madeira, ferro o prateleiras de vidro de geladeira, o artista também usa tintas e pinturas onde superfícies de cores e linhas monocromáticas unem-se a um brilho que evoca cores ainda frescas.'


O erudito trabalho de Pace oferece um caminho artístico e intelectual através do qual o artista reinterpreta muitas de nossas realidades psíquicas. '


No primeiro período figurativo (1977/1990) realiza “Paysages Filtranistes” e “Linoleum”. Em seguida, no passagem do figurativismo ao informalismo (1990/1992) com o ciclo de "Legni" (Madeiras) e depois com os estudos Factor C em 1993 começa a realizar um trabalho de classificação de imagens do inconsciente coletivo. A ultima série, "IDM" (Inflexibilidade da memória) é também o início do ciclo, "ATONS" ', dedicado à la música eletrônica e techno. Com um parcial retorno ao figurativo Joseph Pace trabalha tambem nas séries "ENGRAVING" (grandes incisões eleboradas com o computador) ' ' e "MIDAS" (grandes assemblagems de joias de bijuteria vintage).

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