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Barbara Kruger

Barbara Kruger

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Barbara Kruger (Newark, 26 de janeiro de 1945) é uma artista conceitual estadounidense. Grande parte do seu trabalho consiste em fotografias em preto-e-branco que são sobrepostas com frases - geralmente em Futura Bold Oblique ou Helvetica Ultra Condensed. As frases em suas obras, muitas vezes, incluem pronomes como "você", "seu", "eu", "nós" e "eles", lidando com construções culturais de poder, identidade e sexualidade. Kruger atualmente vive e trabalha entre Nova York e Los Angeles.

Kruger é a filha única de uma família de classe média-baixa, de Newark, Nova Jérsei. Seu pai era técnico da Shell Oil e sua mãe secretária de firma jurídica.

Ela frequentou a Universidade de Syracuse por um ano, e abandonou os estudos por conta da morte do seu pai. Em 1965, ela fez um semestre na Parson's School of Design, em Nova Iorque, onde estudou com a fotógrafa Diane Arbus. Na década seguinte, Kruger se estabeleceu fazendo trabalhos de design gráfico para revistas, freelances de edição de imagem e também desenhou capas de livros. No fim da década de 1960, ela se interessou por poesia, e começou a frequentar sessões de leitura e escrita de poesia, e conseguiu um emprego na editora Condé Nast. Inicialmente, Kruger trabalhava como designer para a revista Mademoiselle, e logo foi promovida para designer-chefe. Ela também escrevia colunas sobre cinema, televisão e música para as revistas Artforum e Real Life Magazine.

Os primeiros trabalhos artísticos de Kruger datam de 1969. Esses trabalhos eram grandes instalações presas nas paredes, feitas de materiais diversos, como lã, miçangas, paetês, penas e laços. Kruger fazia peças de crochê, costurava e pintava objetos de sugestão erótica, alguns dos quais foram incluídos na Bienal de Whitney de 1973. Eles foram inspirados pela exposição de Magdalena Abakanowicz no MoMA. Apesar deles terem sido exibidos na Bienal, Kruger ficou bastante insatisfeita com os resultados. Em 1976, ela se mudou para Berkeley, na Califórnia, onde se tornou profesora da Universidade da Califórnia e inspirou-se pelos escritos de Walter Benjamin e Roland Barthes. Em 1977, voltou a produzir peças artísticas, trabalhando com fotografias arquiteturais, e publicou o livro Picture/Readings em 1979.

Abordando questões sobre linguagem e símbolo, Kruger é frequentemente agrupada com outras artistas feministas suas contemporâneas, como Jenny Holzer, Sherrie Levine e Cindy Sherman. Como Holzer e Sherman, em particular, ela utiliza técnicas de comunicação em massa e a publicidade para explorar questões de gênero e identidade.

Muito do trabalho de Kruger surge da combinação de fotografias com textos assertivos que questionam e desafiam o espectador. Seu método de produção envolve desenvolver as ideias no computador e posteriormente transferir o resultado para imagens, que frequentemente são de grandes proporções. Seus slogans facilmente reconhecíveis, caracterizados por letras brancas em fonte Helvetica ou Futura contra um plano de fundo vermelho, incluem frases como "I shop therefore I am" (Compro, logo existo) e "Your body is a battleground" (seu corpo é um campo de batalha). A maioria das falas chama atenção para ideias como feminismo e consumismo, frequentemente se apropriando de imagens de revistas populares que são colocadas em um novo contexto. Kruger afirma que "trabalha com imagens e palavras porque elas possuem a habilidade de determinar quem somos e quem não somos".

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