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Adolf de Meyer

Baron Adolph de Meyer

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O Barão Adolf de Meyer (Paris, 1 de setembro de 1868 – Los Angeles, 6 de janeiro de 1946) foi um fotógrafo francês conhecido por seus retratos de celebridades do começo do século XX. É célebre por seu estilo, considerado hoje, bem como em sua época, como elegante, tendo sido o primeiro fotógrafo da Vogue norte-americana, em 1913, e inspirado a fotografia de moda subsequente.

Fotografou, entre outros, as atrizes Mary Pickford, Billie Burke, Lillian Gish, o ator John Barrymore a socialite Rita Lydig, a marquesa Luisa Casati, as dançarinas Irene Castle e Ruth St. Denis, o rei Jorge V do Reino Unido e a rainha Maria de Teck.

Nascido em Paris, na França, Dresden nasceu em 1 de setembro de 1868 (registrado em 3 de setembro) e foi educado na cidade alemã de Dresden. Era o filho de Adolphus Louis Meyer, um banqueiro judeu alemão, e de Adele Meyer uma escocesa, cujo nome de solteira era Adele Watson.

Há poucas informações sobre sua juventude, o que em parte é resultado de sua tentativa em vida de mitificar seu nascimento. Assinou de diversas formas seu nome em vida, como Meyer von Meyer de Meyer, Meyer e Meyer-Watson-Watson. Passou a ser conhecido em 1897 como Barão Adolf de Meyer Edward Sigismund, apesar de citações contemporâneas identificá-lo também como Barão Adolf von Meyer e Barão Adolf de Meyer-Watson.

Em 1893 juntou-se à Royal Photographic Society. Começou a expôr sua obra em 1894 em Nova Iorque, Londres e Paris, e em 1896 mudou-se de Londres para Desdren.

As edições do Whitaker’s Peerage, livro de ordens nobres britânicas, de 1898 a 1913 documentam que o título de Meyer foi dado em 1897 por Frederico Augusto III da Saxônia, o último rei da Saxônia. Apesar disso, outras fontes afirmam que “o fotógrafo herdou-o de seu avó na década de 1890”. Outras fontes, entretanto, afirmam que nenhuma evidência da concessão de seu título pôde ser encontrada.

Em 25 de julho de 1899, de Meyer casou-se em Londres com Donna Olga Caracciolo, uma nobre italiana que havia então se divorciado recentemente de Nobile Marino Brancaccio; ela era a afilhada do rei Eduardo VII do Reino Unido. O casal possivelmente conheceu-se em 1897 na casa de um membro da família judia Sassoonn, e Olga tornaria-se o foco de muitas fotografias de seu marido.

Com base em escritos autobiográficos e de relatos da época, especialistas afirmam que o casamento de Meyer foi mais um “casamento de conveniência” do que um “casamento por amor”, já que o noivo era homossexual e a noiva bissexual ou lésbica. Antes de casar-se com Caracciolo, Meyer, como relato em seu romance autobiográfico não-publicado, disse para ela sobre “o real significado da ruína amorosa de qualquer tipo de sensualidade”, já que “casamentos feitos com base em muito amor e paixão raramente têm chance de durar, enquanto perfeita compreensão e companheirismo, pelo contrário, geralmente geram a mais durável união”.

Após a morte de sua esposa por volta de 1931, de Meyer envolveu-se amorosamente com Ernest Frohlich, um jovem alemão nascido em cerca de 1914 que foi contratado por ele como chofer e mais tarde adotado como seu filho. Frohlich passou a chamar-se de Barão Ernest Frohlich de Meyer.

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